domingo, 24 de agosto de 2014

Como iniciar sua educação financeira de uma forma muito simples

Comece  a ter o hábito de poupar. Você poderia dar uma desculpa universal. A Edilson não sobra nada no final do mês. E se você quando fazer um lanche, ir a padaria, supermercado guardasse aquelas moedinhas que sobraram das compras quanto conseguiria guardar em um ano?



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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Entenda o que são PASSIVOS E ATIVOS na sua vida


Passivos:

Eletrodoméstico, computador pessoal, moto, carro, jet-ski, lancha... Ou seja, qualquer coisa que requer uma parte da sua renda, para pagar impostos (IPVA, por exemplo), para sua manutenção ou, além disso, ainda vai se desvalorizando com o passar do tempo.

Ativo:
Cotas de um fundo de investimento, papéis do Tesouro, ações, imóveis destinados ao aluguel ou qualquer outra coisa em que quando aplicado o dinheiro retorne lucro com o passar do tempo.
Como pode ser percebido, estas definições e exemplos ajudam a rotularmos bens entre ativos e passivos, mas não são exatas a ponto de nos dar total certeza em alguns casos. Isto porque tais definições são relativas e dependem de pessoa para pessoa e para o fim em que elas empregam os seus bens. Por exemplo, para a maior parte da população um automóvel é considerado um passivo, mas para alguém que seja dono de uma locadora de carros, este mesmo bem é um gerador de renda, um ativo.


SIMPLIFICANDO:
O ativo coloca dinheiro no bolso, enquanto o passivo retira do dinheiro do bolso!

8 dicas para lidar com o gerente do banco


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    Thinkstock
    Conheça seu perfil de investidor
    Saiba se tem um perfil mais conservador ou se aceita (ou pode) correr mais riscos
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    Arte/UOL/Stefan
    Defina objetivo e prazo para os investimentos
    Saiba para que está aplicando o dinheiro e qual o prazo em que pretende utilizá-lo
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    Fernando Donasci/Folha Imagem
    Amplie sua educação financeira
    Dedique mais tempo para aprender sobre finanças e verificar quais são os investimentos mais adequados para atender seus objetivos
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    Arte/UOL/Stefan
    Dê atenção às taxas cobradas nos produtos
    Altas taxas de administração podem corroer a rentabilidade de um investimento. E também fique atento aos impostos
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    Freeimages
    Conheça vários tipos de investimentos
    Todos embutem algum tipo de risco, que é necessário conhecer antes de aplicar o dinheiro. A rentabilidade também pode variar de acordo com o risco
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    Arte/UOL/Stefan
    Não pergunte "o que você tem de bom para mim"
    Pergunte, antes de decidir onde investir o dinheiro, "por que essa opção é boa para mim?" Só compre após estar inteiramente convencido
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    Thinkstock
    Lembre que o gerente é um funcionário do banco
    Vá informado sobre várias opções de investimentos e veja se o banco tem algo interessante para você
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    Arte/UOL/Stefan
    Não se sinta obrigado a comprar nada
    O gerente não pode obrigá-lo a adquirir qualquer tipo de produto. Se não se sentir confortável, procure o serviço de atendimento do banco
Fonte: Leandro Martins, analista-chefe da Walpires Correta de Valores, Michael Viriato e Ricardo Humberto Rocha, professores do Insper

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Aposentadoria? Você vai fracassar se contar apenas com o governo

Como montar o plano de investimentos para o futuro?

A questão que costuma complicar o planejamento para o futuro diz respeito à escolha dos investimentos no momento presente. As perguntas abaixo são muito comuns nestes momentos:

Com quanto devo começar a investir?
Em que produtos financeiros devo alocar meu dinheiro?
Qual a proporção ideal de risco de acordo com meu perfil de investimentos?
Quanto devo colocar neste ou naquele produto financeiro para chegar ao montante que desejo?
Como simular o retorno financeiro dos meus investimentos para o futuro?
São inúmeras perguntas e talvez hoje, ao ler o artigo, você não tenha todas as respostas. Ok, o fundamental agora é a provocação para que você perceba que o único caminho para garantir um futuro melhor é arregaçar as mangas e não contar apenas com a aposentadoria do governo.

Existem diversas opções para quem decidir sair da zona de conforto e não passar sufoco contando apenas com o benefício do governo. Algumas pessoas preferem a facilidade das previdências privadas, outros optam por começar com a caderneta de poupança antes de partir para outros produtos mais sofisticados. Nesse ponto, com o tempo e a experiência é possível encontrar não apenas um, mas diversos caminhos.

O ideal é ter uma estratégia que possa ser estudada e modificada ao longo do tempo, aproveitando algumas boas oportunidades em cada período.

Há também quem prefira contar com o apoio de especialistas e investir em fundos de diversos tipos (renda fixa, multimercado e de ações), escolhendo produtos de perfis e prazos diferentes, variando também os aportes mensais em cada um deles.

São escolhas inteligentes e exemplos que podem ser refinados e que formarão uma estratégia para o futuro. E o texto de hoje é justamente para alertá-lo para a importância de ter uma estratégia para o que vem pela frente.

Fator tempo, um grande diferencial

Não tenho dúvidas em eleger o tempo como o fator determinante para amealhar um patrimônio capaz de oferecer tranquilidade e qualidade de vida no futuro. Quanto maior o tempo pela frente, mais riscos podemos correr – é justamente nos momentos de risco que surgem as melhores e mais rentáveis oportunidades, desde que tudo seja calculado e planejado.

Conclusão

Se você é jovem e tem um horizonte de pelo menos 10 a 20 anos de trabalho pela frente, faça uma reflexão sobre seus planos para o futuro. Pense que aposentadoria também não é sinônimo de pendurar as chuteiras e ficar em casa vendo TV o dia inteiro. Não, aposentadoria é uma escolha, é fazer o que gosta, mas para isso é preciso ter recursos.

A hora de construir o patrimônio capaz de oferecer essa tranquilidade é agora, no presente. Ou entendemos isso de uma vez por todas ou toda essa história de futuro, aposentadoria, gastos na terceira idade e etc. parecerá sempre chata e repetitiva nos sites e livros de educação financeira.

fonte http://dinheirama.com/blog/2014/08/19/aposentadoria-voce-vai-fracassar-se-contar-apenas-com-o-governo/#sthash.r3fctlcT.dpuf

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dicas para economizar dinheiro

Procure não pegar carnes em lojas.
Em vez de comprar usando cartões ou cheques, use mais dinheiro em espécie.Quando usamos dinheiro, sentimos  no bolso na hora de comprar e isso pesa  na hora da decisão.
Em vez de dizer que gostaria de guardar R$100 todo mês,comece com pequenos valores toda semana. .
Compre menos. Pare de comprar coisas durante algum tempo.
Leia sobre investimentos e veja se são uma boa opção.
Procure resolver mais coisas em casa sozinha(o) do que contratando o serviço.
Pague suas dívidas no início do mês e antes de gastar com supérfluos.
Saia menos. Mesmo os programas gratuitos demandam alguns gastos (transporte, alimentação etc, especialmente com crianças).
Ensine seus filhos sobre educação financeira e sobre o valor do dinheiro. .
Doe o que não usa mais para saber de verdade o que tem. Sabendo, você usará mais o que já tem em vez de ter vontade de comprar coisas novas.

Pense em outras formas de renda que você poderia ter.



Fonte:http://vidaorganizada.com/financas/dinheiro/15-dicas-para-economizar-dinheiro/

domingo, 17 de agosto de 2014

VOCÊ SABE O QUE É A TAXA SELIC

Quando se houve falar de taxa Selic ou no aumento da taxa básica de juros nos perguntamos: O que é que EU tenho a ver com isso?

Meu caro leitor você e eu temos TUDO a ver com o assunto porque a SELIC além de ser um Sistema Especial de Liquidação e Custódia de títulos públicos é também a nossa taxa básica de juros que subiu no dia 17/04 para 7,50% e que dita o teto para as aplicações financeiras em renda fixa, mas também é o custo do dinheiro que os bancos tomam para poder emprestar aos tomadores, ou seja, quando a taxa básica sobe os empréstimos ficam mais caros desestimulando o consumo das famílias que até então estavam se lambuzando com o crédito fácil e farto. Com isso há a diminuição da demanda por produtos/serviços e com isso supostamente teremos uma queda na inflação que está acumulada em 6,59% acima do centro da meta que é de 6,5% estipulada pelo Banco Central.

Para que você entenda melhor tudo na Economia tem uma relação, pois quando se aumenta a SELIC as empresas também deixam de tomar crédito, pois ele se torna mais caro e, portanto deixam de investir em produção, na expansão de seu parque fabril e na contratação de mão-de-obra podendo até aumentar o desemprego.

Do lado dos investidores eles preferem aplicar seus recursos em ativos livres de risco como a compra de títulos públicos diminuindo a quantidade de dinheiro em circulação e consequentemente os investimentos na economia real, mas também passam a migrar os investimentos da renda variável para a renda fixa devido à sua maior atratividade desestimulando os investimentos em Bolsa de Valores que vem ultimamente andando de lado.

O que o governo tenta fazer com esse aumento de 0,25% é sinalizar que está de olho no velho dragão chamado Inflação, mas o sentimento de que as coisas estarão mais baratas poderá ocorrer apenas seis meses depois na ponta para o bolso do consumidor, até lá talvez, outras politicas ou iniciativas deverão ser tomadas pela equipe econômica do governo para tentar conter a alta generalizada de preços. Resta saber se será suficiente ou se continuaremos a tampar o sol com a peneira deixando de lado a geração de investimentos necessários na infraestrutura para atender a demanda crescente do país por produtos/serviços além, claro, da diminuição dos gastos públicos que continuam exorbitantemente pesados para a manutenção do país.

Diante de tudo isso você e eu não podemos descuidar de estarmos antenados com as decisões tomadas a cada reunião do Comitê de Política Monetária, pois, as decisões ali tomadas afetam não só a maneira de consumir e de endividar-se da população brasileira, mas também nos rumos do crescimento de um país que um dia pretende passar de emergente para desenvolvido e da manutenção dos empregos daqueles que trabalham e anseiam por prosperidade e estabilidade em suas vidas.


Fonte:http://www.economiacomportamental.com.br/artigos_sobre_planejamento_financeiro_do_planejador_financeiro_rogerio_nakata_SELIC_como_o_aumento_da_taxa_basica_de_juros_afeta_nossa_vida.asp

sábado, 16 de agosto de 2014

CMN regulamenta notas estruturadas


A partir de hoje os bancos contam com um novo instrumento de captação, o Certificado de Operações Estruturadas (COE). O produto criado em 2010, junto com as Letras Financeiras, foi regulamentado em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Na prática, o mercado local passa a contar com a sua versão das chamadas notas estruturadas, bastante populares exterior, que permitem ao banco agregar diferentes investimentos para o cliente que busca um mix entre renda fixa e renda variável dentro de um único “contrato”.
De acordo com o Banco Central (BC), esse é um instrumento de captação dos bancos, pois a instituição está recebendo dinheiro do investidor e fazendo aplicações que vão resultar em algum retorno em determinado período de tempo. 
O COE traz mais sofisticação para o mercado financeiro e alia benefícios buscados tanto pelo regulador quanto pelos bancos, que são a diversificação, o alongamento de prazos e o aumento da transparência. Também há estímulo ao desenvolvimento do mercado de capitais, conforme esses produtos agregam renda fixa a ações, opções, ouro, câmbio e debêntures, por exemplo.
“Creio que estamos fazendo história. A nota estruturada é uma demanda antiga do mercado e dos investidores. Tínhamos um sintético disso que não permitia ao mercado se desenvolver no seu potencial”, diz o diretor de produtos financeiro e de commodities da BM&FBovespa, Fabio Dutra.
Até então, se o cliente queria uma mistura de renda fixa com renda variável, não ofertada por algum fundo, tinha de operar com instrumentos diferentes que eram arranjados pelo banco. Agora, um cliente que busca, por exemplo, um CDB com swap de ações terá essa modalidade dentro de um único contrato, registrado na Cetip ou na BM&FBovespa.
Para a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), a regulamentação dos COE foi um conquista do setor e será muito positiva para a indústria de investimentos.
“Entendemos que esse produto traz capacidade de inovação para o sistema financeiro e garante mais transparência para o investidor, pois está se agregando tudo em um único instrumento”, disse o vice-presidente da Anbima, Pedro Lorenzini.
Para o BC, esse instrumento traz grande conforto, pois as operações estruturadas passam a ter regras, contabilidade e registros específicos.
Para o diretor-executivo comercial, de produtos, marketing e comunicação da Cetip, Carlos Ratto, o COE vem preencher uma lacuna existente entre os mercados de renda fixa e renda variável, pois abre diversas possibilidades de investimentos entre esses dois nichos oferecendo retorno maior, mas obviamente com risco também maior.
“O mercado ganha flexibilidade e o COE é um instrumento apropriado para o momento atual de juros menores”, disse, complementando que, por ser um instrumento registrado, sua principal vantagem é a transparência oferecida para o investidor.
A transparência também é o ponto destacado pelo BC, que indica que o grau de informação exigida para o registro dos produtos é algo inédito dentro das regulamentações do CMN. Há um artigo pormenorizando todos os controles operacionais e de gestão de risco, como marcação a mercado em base diária, previsões sobre exposições a risco de liquidez por produto e por tempo e realização de testes de estresse periódicos.
Pela Resolução 4.263, anexa, só os bancos múltiplos, comerciais, de investimento e caixas econômicas poderão fazer a emissão dos COEs, que estão divididos em duas categorias. Uma delas protege o capital inicial investido. Na outra modalidade, há mais risco: o investidor está sujeito a receber menos do que aportou.

Fonte: Valor Econômico