Desde o dia 1º de junho de 2012, estão em vigor novas regras de manutenção dos planos de saúde para aposentados e demitidos sem justa causa, que contribuíam com pagamento de parcela da mensalidade do plano contratado pela empresa em que trabalhavam.
A contribuição no pagamento da mensalidade é muito importante, porque se for apenas uma coparticipação dos funcionários nos honorários médicos ou nas despesas hospitalares, o que é uma espécie de franquia, os demitidos não poderão permanecer com o plano ou seguro de saúde.
A continuidade do plano para ambos só é válida quando se tratar de contratos firmados depois de janeiro de 1999, quando entrou em vigor a nova legislação que regula o setor, ou para os planos que foram adaptados.
Saiba mais: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planos-saude/noticia/3426511/planos-saude-quais-sao-beneficios-para-trabalhadores-demitidos
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Paga previdência privada? Veja o que abater do Imposto de Renda
45% dos que contribuem para o plano PGBL não aproveitam o desconto fiscal de 12% permitido pela Receita Federal
Ao declarar os planos de previdência privada à Receita Federal, é comum que o contribuinte confunda as modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), já que ambas devem ser colocadas em fichas separadas e têm tributação diferente.
Por desconhecimento, os aplicadores também deixam de aproveitar o desconto no Imposto de Renda a que têm direito. Uma pesquisa com clientes da empresa Icatu Seguros mostrou que entre os contribuintes que possuem um plano de previdência PGBL, 45% não aproveitaram os 12% de benefício fiscal permitido pela Receita.
Uma simulação feita pela companhia para uma renda mensal de R$ 5 mil mostrou que o contribuinte com plano PGBL que tenha aplicado R$ 600 mensais (máximo do benefício fiscal de 12%) terá abatimento de imposto de R$ 148,55 por mês ou R$ 1.782 por ano.
“Enquanto as contribuições ao PGBL podem ser abatidas no cálculo do imposto, as feitas ao VGBL não são dedutíveis do IR”, explica o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sérgio Approbato Machado Júnior. No primeiro caso, para abater o imposto, é preciso preencher a declaração completa.
O plano VGBL deve ser declarado na ficha “Bens e Direitos” com o código 97. Já o PGBL precisa ser informado na ficha “Pagamentos Efetuados”, com o código 36 (Previdência Complementar). “O informe de rendimentos do agente financeiro demonstrará o valor investido e o próprio programa da Receita efetuará o cálculo do imposto a recolher ou restituir”, esclarece o especialista em gestão tributária e fiscal da Alterdata, Edson Lopes.
Isto não é sinônimo de isenção de IR, como lembra Machado Júnior, pois o investidor apenas posterga este pagamento no PGBL. “Quando for resgatar o montante acumulado, o tributo incidirá não apenas sobre os ganhos colhidos com o tempo, mas sobre todo o dinheiro aplicado no plano”.No caso do VGBL, é importante informar o montante total investido, para demonstrar a variação patrimonial, lembra o consultor. O valor dos rendimentos dos dois planos, por sua vez, só deve ser declarado se houve resgate no ano anterior. Já o dinheiro que o contribuinte deposita no PGBL é abatido da base de cálculo do Imposto de Renda do ano seguinte.
ENTENDA O CÁLCULO DO PGBL
Se houve resgate do valor investido no plano PGBL no ano anterior, o imposto será calculado conforme o tempo e valor do resgate. “Quem optou pela tabela regressiva terá alíquotas de 35% a 10%, que diminuem com o tempo em que o dinheiro permaneceu investido, caindo 5% a cada dois anos, até chegar à menor alíquota, válida para investimentos de mais de dez anos”, informa o presidente do Sescon-SP.
O valor do resgate em 2013 deverá ser indicado na linha “05 – Rendimentos de aplicações financeiras”, dentro da ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. “Como o imposto já é retido na fonte, quando o investidor fizer o resgate não poderá somar a ‘receita nova’ a sua renda tributável, evitando que seja remanejado para uma nova faixa na tabela do IR”, explica Machado Júnior.
Segundo o especialista, se o contribuinte escolheu a tabela progressiva, valerá a tabela normal do Imposto de Renda, com alíquotas de zero a 27,5%, de acordo com o valor investido. Os resgates devem ser lançados em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”, especificando o nome e CNPJ da empresa pagadora.
Pela tabela progressiva, o dinheiro que entrar será passível de restituição e pode aumentar a renda tributável do contribuinte, com a possibilidade de colocá-lo em outra faixa para o cálculo do IR.
ENTENDA O CÁLCULO DO VGBL
Nos planos de VGBL, a história é diferente, já que eles não abatem imposto sobre a renda tributável. “Em compensação, o imposto só é cobrado no momento do resgate sobre o rendimento e não sobre o total resgatado”, lembra Lopes, da Alterdata.
Em caso de resgate do VGBL, a regra é a mesma do PGBL: se o investidor optou pela tabela regressiva, os dados devem ser lançados em "Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva". Se a tabela for progressiva, as informações entram em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.
“Se houver dúvidas sobre o modelo escolhido, poderá consultá-lo no comprovante de rendimentos enviado pela instituição financeira responsável pelo fundo”, recomenda o executivo do Sescon-SP.
COMPARE O IMPOSTO DE RENDA EM CADA PLANO
| PLANO | PGBL | VGBL |
| INDICADO PARA | Declaração completa | Declaração simplificada ou isentos de IR |
| BENEFÍCIO FISCAL DURANTE ACUMULAÇÃO | Pagamentos têm dedução de até 12% do IR | Não há dedução do IR |
| TRIBUTAÇÃO DA RENTABILIDADE | Contribuições não sofrem incidência de IR durante investimento | Contribuições não sofrem incidência de IR durante investimento |
| TRIBUTAÇÃO DO RESGATE | Todo o valor resgatado está sujeito a incidência do IR | Apenas os rendimentos sofrem tributação |
| TRIBUTAÇÃO NA APOSENTADORIA | No resgate, todo o valor é tributado no IR | Apenas os rendimentos sofrem tributação |
* Fonte: Caixa Previdência SA
DEPENDENTES
Se o plano de previdência estiver em nome dos filhos ou do cônjuge, é preciso ficar atento. “Caso seja o tipo PGBL e a declaração for conjunta, o contribuinte pode deduzir até 12% destes gastos da sua renda tributável, independentemente das quantias aportadas ao longo do ano e do número de planos de previdência declarados”, explica Machado Júnior.
Mas a contribuição à previdência privada só ganha o status de despesa dedutível se o beneficiário também contribuir para o INSS. “Se um pai faz um plano para mulher e filhos que não trabalhem em regime de CLT, será preciso contribuir com a previdência oficial para cada um deles para ter acesso ao abatimento”, alerta o especialista.
A exceção fica para filhos menores de 16 anos e para maiores de 65 anos, que não precisam pagar INSS para obter o desconto com o plano PGBL.
Por Taís Laporta - iG São Paulo
Fonte:http://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/2013-03-25/paga-previdencia-privada-saiba-o-que-abater-do-ir.html
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Calcule o retorno de seu investimento
http://www.infomoney.com.br/ferramentas/calcule-retorno-dos-seus-investimentos
domingo, 24 de agosto de 2014
Como iniciar sua educação financeira de uma forma muito simples
Comece a ter o hábito de poupar. Você poderia dar uma desculpa universal. A Edilson não sobra nada no final do mês. E se você quando fazer um lanche, ir a padaria, supermercado guardasse aquelas moedinhas que sobraram das compras quanto conseguiria guardar em um ano?
https://www.facebook.com/1465850683667069/photos/a.1465890546996416.1073741829.1465850683667069/1466958186889652/?type=1&theater
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Entenda o que são PASSIVOS E ATIVOS na sua vida
Passivos:
Eletrodoméstico, computador pessoal, moto, carro, jet-ski, lancha... Ou seja, qualquer coisa que requer uma parte da sua renda, para pagar impostos (IPVA, por exemplo), para sua manutenção ou, além disso, ainda vai se desvalorizando com o passar do tempo.
Ativo:
Cotas de um fundo de investimento, papéis do Tesouro, ações, imóveis destinados ao aluguel ou qualquer outra coisa em que quando aplicado o dinheiro retorne lucro com o passar do tempo.
Como pode ser percebido, estas definições e exemplos ajudam a rotularmos bens entre ativos e passivos, mas não são exatas a ponto de nos dar total certeza em alguns casos. Isto porque tais definições são relativas e dependem de pessoa para pessoa e para o fim em que elas empregam os seus bens. Por exemplo, para a maior parte da população um automóvel é considerado um passivo, mas para alguém que seja dono de uma locadora de carros, este mesmo bem é um gerador de renda, um ativo.
SIMPLIFICANDO:
O ativo coloca dinheiro no bolso, enquanto o passivo retira do dinheiro do bolso!
8 dicas para lidar com o gerente do banco
- 1Conheça seu perfil de investidorSaiba se tem um perfil mais conservador ou se aceita (ou pode) correr mais riscos
- 2Defina objetivo e prazo para os investimentosSaiba para que está aplicando o dinheiro e qual o prazo em que pretende utilizá-lo
- 3Amplie sua educação financeiraDedique mais tempo para aprender sobre finanças e verificar quais são os investimentos mais adequados para atender seus objetivos
- 4Dê atenção às taxas cobradas nos produtosAltas taxas de administração podem corroer a rentabilidade de um investimento. E também fique atento aos impostos
- 5Conheça vários tipos de investimentosTodos embutem algum tipo de risco, que é necessário conhecer antes de aplicar o dinheiro. A rentabilidade também pode variar de acordo com o risco
- 6Não pergunte "o que você tem de bom para mim"Pergunte, antes de decidir onde investir o dinheiro, "por que essa opção é boa para mim?" Só compre após estar inteiramente convencido
- 7Lembre que o gerente é um funcionário do bancoVá informado sobre várias opções de investimentos e veja se o banco tem algo interessante para você
- 8Não se sinta obrigado a comprar nadaO gerente não pode obrigá-lo a adquirir qualquer tipo de produto. Se não se sentir confortável, procure o serviço de atendimento do banco
Fonte: Leandro Martins, analista-chefe da Walpires Correta de Valores, Michael Viriato e Ricardo Humberto Rocha, professores do Insper
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Aposentadoria? Você vai fracassar se contar apenas com o governo
Como montar o plano de investimentos para o futuro?
A questão que costuma complicar o planejamento para o futuro diz respeito à escolha dos investimentos no momento presente. As perguntas abaixo são muito comuns nestes momentos:
Com quanto devo começar a investir?
Em que produtos financeiros devo alocar meu dinheiro?
Qual a proporção ideal de risco de acordo com meu perfil de investimentos?
Quanto devo colocar neste ou naquele produto financeiro para chegar ao montante que desejo?
Como simular o retorno financeiro dos meus investimentos para o futuro?
São inúmeras perguntas e talvez hoje, ao ler o artigo, você não tenha todas as respostas. Ok, o fundamental agora é a provocação para que você perceba que o único caminho para garantir um futuro melhor é arregaçar as mangas e não contar apenas com a aposentadoria do governo.
Existem diversas opções para quem decidir sair da zona de conforto e não passar sufoco contando apenas com o benefício do governo. Algumas pessoas preferem a facilidade das previdências privadas, outros optam por começar com a caderneta de poupança antes de partir para outros produtos mais sofisticados. Nesse ponto, com o tempo e a experiência é possível encontrar não apenas um, mas diversos caminhos.
O ideal é ter uma estratégia que possa ser estudada e modificada ao longo do tempo, aproveitando algumas boas oportunidades em cada período.
Há também quem prefira contar com o apoio de especialistas e investir em fundos de diversos tipos (renda fixa, multimercado e de ações), escolhendo produtos de perfis e prazos diferentes, variando também os aportes mensais em cada um deles.
São escolhas inteligentes e exemplos que podem ser refinados e que formarão uma estratégia para o futuro. E o texto de hoje é justamente para alertá-lo para a importância de ter uma estratégia para o que vem pela frente.
Fator tempo, um grande diferencial
Não tenho dúvidas em eleger o tempo como o fator determinante para amealhar um patrimônio capaz de oferecer tranquilidade e qualidade de vida no futuro. Quanto maior o tempo pela frente, mais riscos podemos correr – é justamente nos momentos de risco que surgem as melhores e mais rentáveis oportunidades, desde que tudo seja calculado e planejado.
Conclusão
Se você é jovem e tem um horizonte de pelo menos 10 a 20 anos de trabalho pela frente, faça uma reflexão sobre seus planos para o futuro. Pense que aposentadoria também não é sinônimo de pendurar as chuteiras e ficar em casa vendo TV o dia inteiro. Não, aposentadoria é uma escolha, é fazer o que gosta, mas para isso é preciso ter recursos.
A hora de construir o patrimônio capaz de oferecer essa tranquilidade é agora, no presente. Ou entendemos isso de uma vez por todas ou toda essa história de futuro, aposentadoria, gastos na terceira idade e etc. parecerá sempre chata e repetitiva nos sites e livros de educação financeira.
fonte http://dinheirama.com/blog/2014/08/19/aposentadoria-voce-vai-fracassar-se-contar-apenas-com-o-governo/#sthash.r3fctlcT.dpuf
A questão que costuma complicar o planejamento para o futuro diz respeito à escolha dos investimentos no momento presente. As perguntas abaixo são muito comuns nestes momentos:
Com quanto devo começar a investir?
Em que produtos financeiros devo alocar meu dinheiro?
Qual a proporção ideal de risco de acordo com meu perfil de investimentos?
Quanto devo colocar neste ou naquele produto financeiro para chegar ao montante que desejo?
Como simular o retorno financeiro dos meus investimentos para o futuro?
São inúmeras perguntas e talvez hoje, ao ler o artigo, você não tenha todas as respostas. Ok, o fundamental agora é a provocação para que você perceba que o único caminho para garantir um futuro melhor é arregaçar as mangas e não contar apenas com a aposentadoria do governo.
Existem diversas opções para quem decidir sair da zona de conforto e não passar sufoco contando apenas com o benefício do governo. Algumas pessoas preferem a facilidade das previdências privadas, outros optam por começar com a caderneta de poupança antes de partir para outros produtos mais sofisticados. Nesse ponto, com o tempo e a experiência é possível encontrar não apenas um, mas diversos caminhos.
O ideal é ter uma estratégia que possa ser estudada e modificada ao longo do tempo, aproveitando algumas boas oportunidades em cada período.
Há também quem prefira contar com o apoio de especialistas e investir em fundos de diversos tipos (renda fixa, multimercado e de ações), escolhendo produtos de perfis e prazos diferentes, variando também os aportes mensais em cada um deles.
São escolhas inteligentes e exemplos que podem ser refinados e que formarão uma estratégia para o futuro. E o texto de hoje é justamente para alertá-lo para a importância de ter uma estratégia para o que vem pela frente.
Fator tempo, um grande diferencial
Não tenho dúvidas em eleger o tempo como o fator determinante para amealhar um patrimônio capaz de oferecer tranquilidade e qualidade de vida no futuro. Quanto maior o tempo pela frente, mais riscos podemos correr – é justamente nos momentos de risco que surgem as melhores e mais rentáveis oportunidades, desde que tudo seja calculado e planejado.
Conclusão
Se você é jovem e tem um horizonte de pelo menos 10 a 20 anos de trabalho pela frente, faça uma reflexão sobre seus planos para o futuro. Pense que aposentadoria também não é sinônimo de pendurar as chuteiras e ficar em casa vendo TV o dia inteiro. Não, aposentadoria é uma escolha, é fazer o que gosta, mas para isso é preciso ter recursos.
A hora de construir o patrimônio capaz de oferecer essa tranquilidade é agora, no presente. Ou entendemos isso de uma vez por todas ou toda essa história de futuro, aposentadoria, gastos na terceira idade e etc. parecerá sempre chata e repetitiva nos sites e livros de educação financeira.
fonte http://dinheirama.com/blog/2014/08/19/aposentadoria-voce-vai-fracassar-se-contar-apenas-com-o-governo/#sthash.r3fctlcT.dpuf
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